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quinta-feira, 12 de março de 2015

Entrevistas...

















Rebel heart já se encontra em 1° lugar na Espanha, Suíça e Nicarágua! Ps: já está em 5°no Brasil! Up up up


Madonna diz que direitos dos gays avançaram mais do que os das mulheres

  • John Shearer/Invision/AP
    Para Madonna, mulheres são o grupo mais marginalizado
    Para Madonna, mulheres são o grupo mais marginalizado
Uma das estrelas mais engajadas do pop quando se fala nos direitos das mulheres e da população LGBT, Madonna acredita que, atualmente, as mulheres estão em uma situação pior. A cantora discutiu o assunto em uma entrevista para a revista "Out", publicada na última terça-feira (10).
"Os direitos dos gays estão muito mais avançados do que os das mulheres", afirmou a artista, que acha que os direitos das mulheres evoluíram pouco nos últimos anos. "As pessoas têm a mente muito mais aberta à comunidade gay do que às mulheres, ponto. As coisas evoluíram para a comunidade gay, para a comunidade afro-americana, mas as mulheres ainda estão ralando. Para mim, a última grande fronteira são as mulheres".
Madonna disse que as mulheres ainda sofrem muitas restrições. "As mulheres ainda são o grupo mais marginalizado. Elas ainda são o grupo que as pessoas não deixam mudar. Você tem que se encaixar em um rótulo: você tem que se comportar de tal forma, vestir-se assim. Você ainda é categorizada – você ainda é santa ou vadia. Se você tem uma certa idade, você não pode expressar sua sexualidade, ser solteira ou namorar homens mais novos".
A cantora ainda falou sobre sua vida amorosa na época em que se mudou para Nova York para tentar uma carreira artística. "Eu não achava que os homens héteros me entendiam. Ele só queriam fazer sexo comigo. Os homens gays me entendiam, e eu me sentia confortável ao redor deles. Só havia um problema, que eles não queriam fazer sexo comigo."
http://celebridades.uol.com.br/noticias/redacao/2015/03/11/madonna-diz-que-direitos-dos-gays-avancaram-mais-do-que-os-das-mulheres.htm

Já é Ouro no Brasil


Rebel Heart...

Realmente parecia que Madonna estava promovendo "Rebel Heart" de forma maciça durante sua breve visita na Europa, mas todas as expectativas foram superadas, quando ela voltou para os EUA e começou a aparecer literalmente em todos os lugares. Mas o melhor - visualmente e artisticamente - ainda está por vir.
Aqui está um round das últimas entrevistas de Madonna que foram publicadas esta semana.
The Los Angeles Times:
"Eu acho que os seus cérebros foram contaminados com o que estavam ouvindo. Eu também estava sendo invadida. Mas com todas as diferentes versões de todos os diferentes produtores que eu estava trabalhando em todos os diferentes estúdios de gravação - Criei uma ansiedade extrema de estar fazendo algo realmente diferente.
Algumas das demos que eu tinha feito, eu realmente gostei de como ficaram; Eu gostei da simplicidade delas. Mas, então, as pessoas estavam comentando sobre elas: "Oh, eu não posso esperar para ouvir a versão final." E eu pensei: "Bem, o que seria esta versão final ?". De certa forma, era quase como fazer uma exibição de teste de um filme. Eu passei por isso com meu último filme que dirigi, onde os comentários do público realmente pesou e deu Harvey Weinstein o direito de dizer: "Se você mudar de X, Y e Z em seu filme, eu vou gastar mais dinheiro com o marketing. Mas isso não é o filme que eu quero fazer. Então, do ponto de vista do processo artístico, foi devastador. E ainda é."
"A coisa sobre essa música (Living for Love), que é uma música tão apaixonada, eu tinha que apresentá-la de uma forma apaixonada. Eu usei mitologia para contar a história, com a história do Minotauro e do matador e luta, e luta para o amor, e a cor vermelha, e flores, e chifres, e da morte e homens nus. Você sabe, as coisas importantes da vida. Eu não quero fazer com que cada vídeo seja o mesmo, mas eu amo a riqueza desse vídeo. Para mim, parecia uma pintura que veio à vida. Isso é o que eu estava tentando fazer. Eu não gostaria de fazer isso para cada vídeo. Quando eu fizer 'Bitch, I'm Madonna,' vai ser toda uma estética diferente".
Logo:
"A princípio todos nós evitamos discutir sobre os vazamentos e demos que apareceram on-line ao longo dos últimos meses, mas isso fez com que eu adiantasse a data de lançamento e reconsiderasse outros aspectos da produção. Queria muito ter lançado um disco duplo, mas elaborado, mas não permitiram isso".
"Eu sou a nova velha Madonna." Joan of Arc, a mulher mais famosa de seu tempo, morreu como um mártir aos 19 anos, traída. Eu, aos 56 anos, deixo claro que não vou tolerar nenhum martírio, nem marginalização, nem o rebaixamento de status. Não vou me aposentar tranquilamente. Se as crianças estão usando Snapchat, vou usar Snapchat para lançar meus vídeos. Vou seguir a cultura pop por onde passar, de um penhasco para o mar, se for necessário".


https://www.facebook.com/groups/421468344658276/permalink/508848865920223/

"Fuck Yeah!!!!! Thanks Gurrrrrl ❤️your #rebelheart 4 real! ❤️" -Madonna


"On the couch with Howard Stern. How did we end up here? (Rhetorical question) ❤️ #rebelhearts" -Madonna


"Being destructive isn't brave........ #joanofarc ❤️ #rebelheart" -Madonna


"Oooooo ooooooo Sing Alleluia! ❤️ #rebelheart thank you again to everyone who rode this train with me!" -Madonna


"Seems like Yesterday i was a baby on the street...........Veni Vidi Vici ❤️ #rebelheart" -Madonna


Madonna corre riscos e faz de “Rebel Heart” seu melhor disco neste século


O que Madonna ainda precisa provar? A cantora é um ícone pop da estatura dos Beatles. Ela não apenas desfila um rosário de dezenas de hits que acompanharam o amadurecimento de seus fãs como foi uma das principais agentes sociais da indústria cultural de seu tempo. Quase tudo que apareceu ao mesmo tempo que Madonna – um novo feminismo, a música eletrônica, a cultura gay, os estilhaços da disco music, o mondo fashion – foi catapultado por sua personalidade magnética. Como David Bowie uma década antes, ela homenageou suas influências para reforçar características próprias e criar sua mitologia a partir da superposição de referências. Sua influência atravessa décadas e impõe-se a ícones contemporâneos pesados como Michael Jackson e Prince. Não precisa provar mais nada pra ninguém desde, digamos, a ressaca do livro Sex, no começo dos anos 90.
Ela poderia estar tranquilamente vivendo a vida de magnata pop, fazendo um filme aqui, lançando um livro ali, produzindo uma peça acolá e participando de um outro seriado mais adiante. Poderia ter se aposentado no final dos anos 90 e ainda seria recebida com pompa e reverência por onde pisasse.
Mas ela insiste em dar a cara a tapa. Quer mostrar sua sintonia com o presente se apresentando ao lado dos grandes nomes de seu tempo, sejam produtores, músicos, personalidades pop ou cantores. E como é uma celebridade afeita ao jet-set, ela está sempre no holofote público, lançando músicas, dando entrevistas, aparecendo em eventos do showbusiness. E é vítima da própria superexposição.
E mesmo tendo acertado bons hits nos últimos quinze anos (“American Pie”, “Music”, “Die Another Die”, “Me Against the Music” com a Britney Spears, “Revolver” com Lil Wayne e “4 Minutes”, com Timbaland e Justin Timberlake, entre outros), ela não conseguiu emplacar nenhum grande momento quanto nos primeiros anos de sua carreira, principalmente pelo fato dos discos lançados desde os anos 2000 não se sustentarem como um todo, especialmente os dois últimos, “Hard Candy'' (2008) e “MDNA'' (2012).
A insistência pelo desafio, no entanto, fez valer em seu recém-lançado “Rebel Heart''. Madonna equilibra-se entre dois polos – baladas introspectivas e hits pra pista – e faz seu melhor disco desde “Ray of Light'' (1998). Parte desse trunfo é do norte-americano Diplo, ex-produtor da M.I.A. e o embaixador do funk carioca para o resto do mundo, que acertou na mosca do mercado ao criar o projeto Major Lazer e tornou-se um dos produtores mais requisitados de hoje em dia. Ele não deixou por menos e aproveitou essa oportunidade para estabelecer-se como um dos grandes hitmakers do século.
É ele quem conduz os melhores momentos do disco, hits irresistíveis como o primeiro single “Living for Love”, o reggae-trap “Unapologetic Bitch” e a arrogante e pesada “Bitch I’m Madonna”, que ainda tem a participação de Nicki Minaj. Nesse time dos hits pra pista de dança ainda temos a forçada “Illuminatti” (que parece um arremedo de Lady Gaga, mas funciona), gravada com Kanye West, a grudenta “Iconic”, com Chance the Rapper e Mike Tyson (!), a deliciosa “Holy Water” e a balada “Devil Pray”, acelerada pelo produtor sueco Avicii.
No pré-refrão introspectivo e irresistível desta última, Madonna canta que “podemos usar drogas, fumar maconha, beber uísque, cheirar cola, tomar ecstasy e ácido” mas o que poderia parecer um verso puramente hedonista captura uma tristeza melancólica que fica explícita em faixas a seguir – primeiro na brega “Ghosttown” e depois por outras faixas como “Joan of Arc”, “Heartbreak City”, a quase artesanal “Body Shop”, a dramática “Inside Out”. A versão deluxe do disco aprofunda-se nesse lado em outras tantas faixas introspectivas (“Best Night”, “Messiah”, a faixa-título, “Borrowed Time”) que nos leva a imaginar um disco da Madonna em 2015 que não necessariamente tenha a necessidade de soar como se fosse gravado neste ano.
Se tirarmos as primeiras músicas com Diplo, Chance the Rapper, Kanye West e Avicii, Rebel Heart torna-se o disco que Madonna deveria estar fazendo sem se preocupar. Uma coleção de baladas e canções ensolaradas num híbrido de uma das metades de “Ray of Light'' com “Bedtime Stories'', que não precisa abandonar a pista de dança, como ela mostra na autorreferente “Veni Vidi Vici” (gravada com o rapper Nas) e em“Graffiti Heart”, “S.E.X.”, “Addicted” e “Beautiful Scars”, todas da versão deluxe do disco.
Há uma fórmula segura que ela poderia seguir sem precisar tomar os tombos que tomou nos dois discos anteriores. Ela não precisa provar mais nada, mas faz questão de viver no risco, de estar do meio de todos e não se contenta em ficar no altar. Foi isso que arruinou “Hard Candy'' e “MDNA'', mas felizmente desta vez os riscos valeram a pena. Pelo menos quatro faixas (“Living for Love”, “Unapologetic Bitch” “Bitch I’m Madonna” e “Holy Water”) já podem figurar na tradicional coletânea que a cantora sempre faz ao final da década, além de compor a coroa de joias de um disco com poucos pontos baixos. É fácil fácil o melhor disco de Madonna deste século.
Tags : Madonna
http://matias.blogosfera.uol.com.br/2015/03/10/madonna-corre-riscos-e-faz-de-rebel-heart-seu-melhor-disco-neste-seculo/

Fnac shopping em Campinas/São Paulo infestado de Rebel Heart!


NOvO Single vem por ai...Ghosttown

Na próxima semana começam as gravações do vídeo para Ghosttown. Jonas Akerlund, amigo da Madonna, deverá ser o diretor do vídeo. Jonas foi o diretor dos clipes de Ray of Light, Music e American Life - a versão censurada. Ghostown promete ser mais um grande vídeoclipe.


Rebel Heart’ recoloca Madonna no topo do mundo pop

Com a ajuda de nomes atuais da música, como Kanye West, Nicky Minaj, Avicii e o produtor Diplo,

 a cantora volta à ativa com seu melhor álbum em dez anos.


Aos 56 anos, Madonna continua em boa forma, não só a física, mas também a musical. Após jogar no mercado dois discos de estúdio sofríveis, Hard Candy (2008) e MDNA (2012), a cantora ressurge em 2015 com um trabalho que promete devolver-lhe o título de majestade do pop. Ousado, sensual, dançante e irônico, Rebel Heart, seu 13º álbum de estúdio, é o melhor desde Confessions on a Dance Floor (2005), e causou burburinho antes de chegar às lojas - o lançamento oficial ainda está previsto para março.
Capda do disco 'Rebel Heart', de Madonna
Capda do disco 'Rebel Heart', de Madonna(Divulgação/VEJA)
Rebel Heart foi alvo de dois ataques hacker. Um no final de 2014, que levou a cantora a antecipar no iTunes a venda das faixas vazadas, e outro em fevereiro, no qual 25 canções caíram na internet, seis a mais que o setlist original. Até o momento, Madge - apelido dado à cantora pelos fãs mais íntimos -, não se pronunciou sobre o novo ataque e nem se as músicas extras farão parte de uma edição de luxo do CD. Contudo, é fácil perceber uma identidade entre as faixas oficiais e as vazadas.
Rebel Heart abre com a ótima Living for Love, single que ganhou o primeiro clipe do disco em um lançamento inédito no aplicativo Snapchat. Com produção de Diplo e Alicia Keys no backing vocal, a faixa é um house moderno parecido com o estilo já explorado pela cantora no passado com Hung up eGet Together. Em seguida, Devil Pray, produção do DJ celebridade Avicii, surge como mais uma das tentativas de Madonna de mesclar discurso religioso e pista de dança. "Todos os anjos que me cercavam/ voaram para longe/ O chão aos meus pés está ficando quente/ Lúcifer está próximo", diz trecho da letra. Apesar da repetição de tema, a melodia da música mantém o ritmo iniciado com Living for Love, com um country eletrônico e momentos que flertam com um mantra indiano.
A síndrome de Peter Pan da cantora, que se nega a envelhecer, fica perceptível na faixa Unapologetic Bitch. Outra produção de Diplo, agora com uma forte dose de dancehall reggae. Na letra, uma mulher supera um amor que não deu certo. Poderia ser Taylor Swift, mas é Madonna.
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Em Iluminati, produção de Kanye West, Madonna começa a letra invocando o nome de celebridades famosas, como Beyoncé, Jay Z, Nicki Minaj, Oprah Winfrey, Barack Obama e até o Papa, em uma referência a pessoas que são "iluminadas", enquanto faz um trocadilho com os elementos da Ordem Illuminati. Logo da cola da primeira faixa, a canção dançante e provocativa concorre ao título de melhor do disco. O esquema batidão segue em muitas outras composições, entre elas o dueto com Nicki Minaj, Bitch I'm MadonnaHoly Water, canção sobre sexo oral; e Veni Vidi Vici, com ritmo de hip hop e participação do rapper Nas.
As baladas românticas também têm seu espaço garantido. Afinal, não é de hoje que Madonna mostra que lá no fundo do peito, atrás do espartilho apertado, existe um coração apaixonado. A cantora já derramou emoção em clássicos como Take a BowRain e Power of Goodbye, e, agora, faz um bom trabalho nas faixas GhosttownHeartBreakCity e Messiah. A última volta a misturar amor e religião, com piano poderoso, vocais marcantes e belíssimos violinos ao fundo.
Ainda entre as músicas oficiais, listadas no disco que segue em pré-venda, poderiam ser descartadas a faixa que dá título ao CD, Rebel Heart, um pop enfadonho que não sai do mesmo, Hold TightBody Shop e Iconic, parceria com Mike Tyson e Chance the Rapper. Também entra na lista de dispensáveis a faixa S.E.X., mais uma canção vergonha-alheia de uma Madonna louca por sexo.
Por fim, as seis produções extras, que não fazem parte do setlist oficial, têm bons momentos comBeautiful Scars (batida agitada retrô e letra chiclete), Queen (um flerte com o R&B), Borrowed Time(balada com toques eletrônicos e base de violão) e Addicted (eletro pop com dedilhados de guitarra). JáGraffiti Heart e a irritante Autotune Baby poderiam continuar perdidas em um lugar distante, frio e obscuro da internet.
http://veja.abril.com.br/noticia/entretenimento/rebel-heart-recoloca-madonna-no-topo-do-mundo-pop/

11/03/2015 em Stern Show-Howard Stern.


Madonna Black Confessions
Madonna para a minha amiga Gabys Pictures, Images and Photos
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