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domingo, 15 de março de 2015
Madonna Confirma...
Estamos muito animado para confirmar que Madonna vai se apresentar no #iHeartAwards 29 de março em#NBC ! + iHeartRadio http://bit.ly/iheartawards
sábado, 14 de março de 2015
MADONNA NO BRASIL MADONNA TAMBÉM FARÁ SHOW NO NORDESTE EM 2016, DIVULGA JORNAL
E aumentam cada vez mais as notícias da turnê Rebel Heart da Madonna no Brasil. Depois do MadonnaOnline publicar com exclusividade sobre sua vinda no começo de 2016, do jornal Extra dizer que Madonna fará show no Macaranã em janeiro, agora é a vez de um jornal de Recifedivulgar que Madonna também deverá fazer um show em Fortaleza, no novíssimo estádio Castelão.
O anúncio da turnê no Brasil deve ocorrer em maio e o MadonnaOnline aproveita para informar que também terá show em São Paulo. Dessa vez as negociações são mesmo para shows no Sudeste e Nordeste.
Segundo informações que temos, a intenção é que os ingressos para shows no Brasil comecem a ser vendidos somente depois de junho.
Já estão guardando dinheirinho? ;)
sexta-feira, 13 de março de 2015
DOWNLOAD GRATUITO DO ÁLBUM REBEL HEART AOS QUE COMPRARAM INGRESSO NA TICKETMASTER DEVE SER BAIXADO
Um e-mail de alerta da equipe da Madonna está sendo enviado aos fãs cadastrados no Madonna.com para que façam o download do álbum Rebel Heart.
É que quem comprou ingressos na Ticketmaster americana para a nova turnê da Madonna, ganhou uma cópia digital do álbum versão Super Deluxe. Um email automático foi enviado aos compradores com o link para baixar, porém, muitos ainda não viram o email e não efetuaram o download. Uma das razões é que ele foi para a caixa de Spam.
A preocupação é para que isso ajude no cálculo dos álbuns vendidos na primeira semana de lançamento.
Caso você tenha sido um comprador, ou conheça alguém que comprou, faça uma busca no email por “Download Rebel Heart” e assim conclua a operação.
Madonna gravará o clipe de "Ghosttown" na próxima semana
Cantora confirmou a faixa como segundo single de "Rebel Heart"
Ontem da Redação
Depois de performances no "Le Grand Journal", na França, e no "Che Tempo Che Fa", na Itália, os fãs já desconfiavam da escolha, mas a cantora declarou que o vídeo da canção só será gravado na semana que vem.
A balada sucederá "Living For Love" como música de trabalho, e há rumores circulando de que Jonas Arkelund será o responsável pela direção do clipe.
Relembre a apresentação da americana no programa francês a seguir:
Confira o conograma de Madonna na Ellen DeGeneres
Confira o conograma de Madonna na Ellen DeGeneres e a chamada oficial em video:
Terça-feira, 17 de Março - A semana de Madonna no programa começa com uma entrevista exclusiva onde a rainha do pop vai falar sobre a carreira e sua vida pessoal
Quarta-feira, 18 de Março – Madonna vai performar!
Quinta-feira, 19 de Março – Madonna e Ellen vão fazer vários jogos divertidos no programa.
Sexta, 20 de Março – A semana de Madonna termina com mais umaperformance da rainha
Uma das entrevistas mais reveladoras dos últimos 30 anos, Madonna surpreende no programa do Howard Stern ao falar abertamente sobre vários assuntos e avisa sobre a turnê: “Eu vou estar por todo o planeta”
Na entrevista para Howard Stern, no plano de divulgação do novo álbum, Madonna se abriu como há muito tempo não fazia. Para quem ouviu o áudio, logo pode pensar na fase de “Na cama com Madonna”, quando a Rainha do Pop não media palavras para falar de sua vida pessoal, carreira e projetos para o futuro. “Eu tinha que continuar, foi uma situação estranha”, Madonna revelou quando perguntada sobre a questão dos problemas que teve para adotar seus dois filhos mais novos, por exemplo.
“Eu fui excomungada. Eu fui excomungada três vezes pela Igreja Católica”, ela ainda conclui quando entrou em pauta a pressão que sofreu referente a seus projetos – músicas, filmes, videoclipes – subversivos. Mas para ela, isso não importa. “Eu não ligo para o Papa, e não me levem a mal, é só que eu não me importo com o que a Igreja Católica faz. Mas eu acho que ser contrariada quanto ao fato de adotar foi só para dificultarem o meu caminho. Eu quis, às vezes, entrar em um buraco, me isolar.”
Howard Stern.: Madonna, quando você está chocando as pessoas, na verdade você não pensa em entretê-las, fazê-las se sentirem bem? E ainda assim, elas se chocam
Madonna: Vivemos em um país puritano. Matar é certo. O restante, não.
Madonna: Vivemos em um país puritano. Matar é certo. O restante, não.
H.S.: Você sabia que ia ultrapassar os limites quando você fez Like a Prayer e Like a Virgin…
M: Eu não sabia a extensão. Quando performei Like a Virgin pela primeira vez, meu sapato caiu e eu não conseguia dançar. Então eu tive que ficar no chão, e começou a aparecer a minha bunda – hoje todo mundo mostra a bunda, mas não era comum naquela época. E eu nem sabia que a minha bunda tava aparecendo! Eu tava fazendo o melhor que eu podia com a situação que acontecia. É isso que eu faço, é isso que eu fiz quando eu caí (no BRIT Awards) porque minha capa estava presa. Eu preciso continuar. Quando acabei de cantar Like a Virgin naquela situação, eu saí do palco e meu empresário me disse: “Você sabe o que acabou de fazer? Você matou a sua carreira!”
M: Eu não sabia a extensão. Quando performei Like a Virgin pela primeira vez, meu sapato caiu e eu não conseguia dançar. Então eu tive que ficar no chão, e começou a aparecer a minha bunda – hoje todo mundo mostra a bunda, mas não era comum naquela época. E eu nem sabia que a minha bunda tava aparecendo! Eu tava fazendo o melhor que eu podia com a situação que acontecia. É isso que eu faço, é isso que eu fiz quando eu caí (no BRIT Awards) porque minha capa estava presa. Eu preciso continuar. Quando acabei de cantar Like a Virgin naquela situação, eu saí do palco e meu empresário me disse: “Você sabe o que acabou de fazer? Você matou a sua carreira!”
H.S.: Ele disse que você tinha acabado com a sua carreira – o que era tudo pra você. O que você fez? Como se sentiu? Você acreditou?
M: De um certo jeito, acreditei. Mas não sou do tipo que entra em pânico. Eu não era tão inconsequente, mas pra mim era só um erro que eu havia cometido. Mas não liguei pra alguém chorando. Hoje eu aprendi que isso é apenas besteira, as pessoas dizem isso para nos fazer sentir algo.
M: De um certo jeito, acreditei. Mas não sou do tipo que entra em pânico. Eu não era tão inconsequente, mas pra mim era só um erro que eu havia cometido. Mas não liguei pra alguém chorando. Hoje eu aprendi que isso é apenas besteira, as pessoas dizem isso para nos fazer sentir algo.
H.S.: Você veio de uma família grande, e a lenda é que teve uma infância difícil. Sua mãe morreu quando você tinha 5 anos e criou um buraco no seu coração que nunca pôde ser preenchido. Como você se tornou uma mãe, sem ter tido esse contato?
M: Isso é uma boa pergunta. Eu aprendi na prática. Eu tentei ser a mãe que eu gostaria de ter tido, que eu não tinha. Eu tentei ser tudo que eu queria, ser enfermeira, amiga, conselheira. Às vezes errei, às vezes deu certo. Pedi conselhos à minha irmã.
M: Isso é uma boa pergunta. Eu aprendi na prática. Eu tentei ser a mãe que eu gostaria de ter tido, que eu não tinha. Eu tentei ser tudo que eu queria, ser enfermeira, amiga, conselheira. Às vezes errei, às vezes deu certo. Pedi conselhos à minha irmã.
H.S.: Seu pai te criou, certo?
M: Mais ou menos, quando não estava trabalhando.
M: Mais ou menos, quando não estava trabalhando.
H.S.: Seu pai se casou com a governanta. Quando ela virou sua madrasta, você passou a odiá-la. Não? Quantos anos tinha?
M: Você que está dizendo isso. Eu tinha quase 9 anos quando meu pai se casou de novo, cerca de 3 anos após minha mãe ter morrido. Ela era nossa governanta, mas ela desapareceu por um tempo para dar à luz ao filho dela, que ela não iria criar. Então tivemos a ajuda de várias outras mulheres, até que um dia ela reapareceu e meu pai disse que ia se casar com ela. Eu não entendi, eu ainda estava de luto ainda, meu pai jamais conversou comigo sobre isso. Ele deveria estar devastado, sem palavras para conversar sobre isso.
M: Você que está dizendo isso. Eu tinha quase 9 anos quando meu pai se casou de novo, cerca de 3 anos após minha mãe ter morrido. Ela era nossa governanta, mas ela desapareceu por um tempo para dar à luz ao filho dela, que ela não iria criar. Então tivemos a ajuda de várias outras mulheres, até que um dia ela reapareceu e meu pai disse que ia se casar com ela. Eu não entendi, eu ainda estava de luto ainda, meu pai jamais conversou comigo sobre isso. Ele deveria estar devastado, sem palavras para conversar sobre isso.
H.S.: Eu tenho duas imagens suas na minha cabeça de quando você era uma criança. Em uma, você é a criança rebelde e que ficava mais com seu professor gay de dança quando estava na escola. E a outra é que você era estudiosa.
M: Eu era esperta, mas não sabia socializar. Eu achava todos idiotas.
M: Eu era esperta, mas não sabia socializar. Eu achava todos idiotas.
H.S.: Você tinha um alto Q.I., não?
M: O Q.I. não mede toda a inteligência de uma pessoa. Não vamos por esse caminho. Eu sempre me senti uma excluída: eu não tinha mãe e era a mais velha, me sentia mais responsável pelos outros. Tarefas na escolas, tarefas em casa… Minha casa não era um lugar bacana para se crescer. Depois, nossa vizinhança era religiosa, assim como nossa escola e essa se tornou a vida que conhecíamos. Quando eu fui pro colegial, mudei pra um subúrbio onde as pessoas eram más. Me julgavam pelas roupas, eu não me encaixava… Eles eram realmente ricos, membros de clubes, vestiam roupas legais. E eu não era aquilo, me sentia ressentida, me sentindo julgada e então escolhi me excluir.
M:
H.S.: Você se formou cedo e resolveu ir para Nova York, uma parte realmente maluca da sua vida. Você foi para fazer faculdade?
M: Eu estudei na Universidade de Michigan por um ano, onde comecei a estudar dança.
M: Eu estudei na Universidade de Michigan por um ano, onde comecei a estudar dança.
H.S.: Sua mãe era dançarina? Sua família tinha algum envolvimento com música?
M: Minha mãe era dona de casa. Minha família tocava instrumentos, tive um tio pintor. Estava rodeada pelas artes.
M: Minha mãe era dona de casa. Minha família tocava instrumentos, tive um tio pintor. Estava rodeada pelas artes.
H.S.: Quando você pensou em ser dançarina, nunca pensou em ser cantora, certo? Isso não é estranho? Daí você vai pra faculdade e um professor te influencia a fazer isso…
M: Sim. Mas ele só me disse que eu era boa demais para me limitar. Eu não precisava daquilo que eles tinham em Michigan, e me motivou a ir pra Nova York.
M: Sim. Mas ele só me disse que eu era boa demais para me limitar. Eu não precisava daquilo que eles tinham em Michigan, e me motivou a ir pra Nova York.
H.S.: Quando você chegou em Nova York, sentiu que estava em casa?
M: Eu senti que tinha colocado meu dedo na tomada. Eu estava completamente em choque, como qualquer pessoa da minha região estaria se chegasse daquele jeito em Manhattan. Eu não conhecia ninguém lá. Eu não sabia sobre o meu futuro, eu não sabia me socializar como eles – eu dizia “oi” pra todo mundo na rua, como se fosse uma idiota.
M: Eu senti que tinha colocado meu dedo na tomada. Eu estava completamente em choque, como qualquer pessoa da minha região estaria se chegasse daquele jeito em Manhattan. Eu não conhecia ninguém lá. Eu não sabia sobre o meu futuro, eu não sabia me socializar como eles – eu dizia “oi” pra todo mundo na rua, como se fosse uma idiota.
H.S.: A história diz que você desceu do ônibus, apenas 35 dólares no seu bolso e vestindo um casaco de inverno em pleno verão. Você não tinha onde morar, mas quando saiu do ônibus um estranho te perguntou por que estava usando um casaco, e você contou a sua situação pra ele. Então ele te convidou a morar no sofá dele. E você fez isso.
M: Sim, mais ou menos isso. Foi uma loucura, eu sei. Anjos estavam me protegendo. Eu o conheci em um mercado de pulgas. Foi a primeira vez que tinha andado de táxi, que foi como eu cheguei até o centro da cidade e cheguei na Times Square, que era bem diferente do que é hoje.
M: Sim, mais ou menos isso. Foi uma loucura, eu sei. Anjos estavam me protegendo. Eu o conheci em um mercado de pulgas. Foi a primeira vez que tinha andado de táxi, que foi como eu cheguei até o centro da cidade e cheguei na Times Square, que era bem diferente do que é hoje.
H.S.: Você contou ao seu pai que estava indo com apenas 35 dólares no seu bolso para Nova York?
M: Ele nem sabia quanto dinheiro eu tinha, mas me proibiu dizendo que eu tinha que terminar meus estudos. Eu não tinha a bênção dele nem apoio financeiro pra isso. Ele é antigo, ele queria que eu me formasse e tivesse um diploma de advogada, médica… Coisas normais. Eu preferiria ser professora.
M: Ele nem sabia quanto dinheiro eu tinha, mas me proibiu dizendo que eu tinha que terminar meus estudos. Eu não tinha a bênção dele nem apoio financeiro pra isso. Ele é antigo, ele queria que eu me formasse e tivesse um diploma de advogada, médica… Coisas normais. Eu preferiria ser professora.
H.S.: Você pensava “ah, seria muito mais fácil se eu tivesse virado uma médica”?
M: A cada três dias eu pensava em desistir, mudar pra uma floresta disposta a não deixar mais ninguém me ferrar.
M: A cada três dias eu pensava em desistir, mudar pra uma floresta disposta a não deixar mais ninguém me ferrar.
H.S.: Por que você não fez isso?
M: Porque eu sou uma artista. Eu sou uma masoquista. Eu gosto de criar. Talvez algum dia eu faça.
M: Porque eu sou uma artista. Eu sou uma masoquista. Eu gosto de criar. Talvez algum dia eu faça.
H.S.: Você conseguiria tirar algum tempo de férias?
M: Ha-ha-ha. Eu não posso. Acabei de lançar um CD!
M: Ha-ha-ha. Eu não posso. Acabei de lançar um CD!
H.S.: Não agora, um outro momento. Você fez isso? Ficar alguns anos sem trabalhar?
M: Não. Nunca fiz. Eu acho que poderia fazer, mas não sei…
M: Não. Nunca fiz. Eu acho que poderia fazer, mas não sei…
H.S.: Você tem um hobby?
M: Sim, andar a cavalo, esquiar… Eu faço coisas perigosas.
M:
H.S.: Quando Christopher Reeve caiu de um cavalo e ficou tetraplégico, isso não te deu medo?
M: As pessoas são atropeladas por ônibus todos os dias. Isso não deve parar você. Eu tento ser cuidadosa apenas. As pessoas tentam me dizer pra parar, mas tudo que eu gosto é perigoso. Esse trabalho é perigoso. Mas não se preocupem comigo.
M: As pessoas são atropeladas por ônibus todos os dias. Isso não deve parar você. Eu tento ser cuidadosa apenas. As pessoas tentam me dizer pra parar, mas tudo que eu gosto é perigoso. Esse trabalho é perigoso. Mas não se preocupem comigo.
H.S.: Mas, então você chegou a Nova York para ser dançarina e dormiu no sofá de um desconhecido. Como você fez dinheiro?
M: Eu dormi lá apenas por uns 5 dias. Eu comecei a participar de audições e entrei em algumas companhias de dança e fazer alguns trocadinhos. Eu fiz tudo que estava ao meu alcance, até vender rosquinhas, mas fui mandada embora porque tive um problema com uma máquina que sujou todo mundo ao redor. Em alguns lugares implicaram que eu usava meia arrastão, mas continuei usando e fui demitida também.
H.S.: Nova York foi um lugar assustador, certo? Você também foi estuprada em Nova York… foi bem perigoso.
M: Meu apartamento era roubado sempre, então tudo era tirado de mim. Eu fui atacada por um estuprador uma noite, tudo que aconteceu foi louco. A minha inocência foi minha armadilha, porque eu precisava de dinheiro pra fazer uma ligação e ele me emprestou. Eu contei a ele o motivo da ligação, e ele disse que eu poderia usar o telefone da casa dele. Eu acreditei porque era algo comum em Michigan…
M: Meu apartamento era roubado sempre, então tudo era tirado de mim. Eu fui atacada por um estuprador uma noite, tudo que aconteceu foi louco. A minha inocência foi minha armadilha, porque eu precisava de dinheiro pra fazer uma ligação e ele me emprestou. Eu contei a ele o motivo da ligação, e ele disse que eu poderia usar o telefone da casa dele. Eu acreditei porque era algo comum em Michigan…
H.S.: Você nunca pediu ajuda, nem nunca fui até a polícia relatar esse crime? E eu sei que muitas mulheres acabam fazendo a mesma coisa quando isso acontece a elas.
M: Bem, me disseram que se eu quisesse prestar queixa, fariam exames bem invasivos, eu teria que ir a um tribunal e isso era um novo abuso. Seria muito humilhante.
M: Bem, me disseram que se eu quisesse prestar queixa, fariam exames bem invasivos, eu teria que ir a um tribunal e isso era um novo abuso. Seria muito humilhante.
H.S.: Percebi que você está doente. Você é neurótica com a sua voz? Você cancela seus planos pra se tratar?
M: Estou resfriada. Eu tenho que cuidar da minha voz, estou fazendo os ensaios para os shows de divulgação do CD. Esse é um outro problema meu, eu não cancelo compromissos.
M: Estou resfriada. Eu tenho que cuidar da minha voz, estou fazendo os ensaios para os shows de divulgação do CD. Esse é um outro problema meu, eu não cancelo compromissos.
H.S.: Mesmo se tiver doente?
M: Se for só um ensaio, eu faço o que tenho que fazer tentando me poupar.
H.S.: Mas você é neurótica com a sua voz?
M: Eu tenho que cuidar, porque é um dos meus instrumentos. Às vezes me vejo gritando com alguém em casa, e então percebo: Pra quê? Eu preciso cuidar da minha voz.
M: Eu tenho que cuidar, porque é um dos meus instrumentos. Às vezes me vejo gritando com alguém em casa, e então percebo: Pra quê? Eu preciso cuidar da minha voz.
H.S.: Você é triste?
M: Não!
M: Não!
H.S.: Você é feliz?
M: Eu sou feliz às vezes. Há graduações de felicidades.
M: Eu sou feliz às vezes. Há graduações de felicidades.
H.S.: Mas às vezes você se lamenta do que tem que fazer?
M: Às vezes sim, é normal. Mas eu tenho pessoas esperando que eu faço o que tenho que fazer. Não fico infeliz por isso. Mas às vezes me sinto mal. Uma vez que você está em turnê, você precisa fazer seu show, porque as pessoas esperam por isso. Mas às vezes não estou bem pra isso.
M: Às vezes sim, é normal. Mas eu tenho pessoas esperando que eu faço o que tenho que fazer. Não fico infeliz por isso. Mas às vezes me sinto mal. Uma vez que você está em turnê, você precisa fazer seu show, porque as pessoas esperam por isso. Mas às vezes não estou bem pra isso.
H.S.: Você lê críticas no jornal ou twitter?
M: Não. Eu tenho um instagram e apareço raramente no twitter.
M: Não. Eu tenho um instagram e apareço raramente no twitter.
H.S.: Você gosta do Letterman? Não sei se você gosta dele ou só suporta.
M: Esse é meu jeito de flertar com as pessoas. Uma vez fiquei brava com ele, naquela situação que disse vários palavrões. Naquela situação eu estava acostumada com a maneira “rapper” de falar, por causa do meu namorado. Mas hoje estamos bem.
M: Esse é meu jeito de flertar com as pessoas. Uma vez fiquei brava com ele, naquela situação que disse vários palavrões. Naquela situação eu estava acostumada com a maneira “rapper” de falar, por causa do meu namorado. Mas hoje estamos bem.
H.S.: Eu sei todos os seus namorados. Warren Beatty… Você realmente estava apaixonada por ele.
M: Sim.
M: Sim.
H.S.: Ele quebrou seu coração.
M: Escute aos meus discos, você vai saber quem me deixou mal. Tem muitas canções sobre isso no meu novo álbum.
M: Escute aos meus discos, você vai saber quem me deixou mal. Tem muitas canções sobre isso no meu novo álbum.
H.S.: Falando nele, acho que ele é um dos melhores que você já fez, ao lado de Ray of Light. Mas, você já foi em um psiquiatra? Saber porque seus casamentos não dão certo. Você acredito nisso?
M: Eu já fui, mas eu prefiro não comentar sobre isso. Os relacionamentos não foram ruins… Eles terminaram de uma boa forma, já que eu escolhi não ser infeliz ou ficar me lamentando. É difícil ser artistas, criadora e ser mulher com homens que se incomodam com isso.
H.S.: Você precisa de homens de sucesso.
M: Sean era um homem de sucesso.
M: Sean era um homem de sucesso.
H.S.: Assim como Guy Ritchie.
M: É que alguns caras querem uma mulher que fique em casa. Isso é válido, mas não sou eu.
M: É que alguns caras querem uma mulher que fique em casa. Isso é válido, mas não sou eu.
H.S.: Em uma de suas novas músicas você fala da sua vagina. Suas crianças gostaram?
M: É uma piada. É algo irônico… Não é pra ser uma canção sexual. Eles estão acostumados comigo. Eles sabem separar.
M: É uma piada. É algo irônico… Não é pra ser uma canção sexual. Eles estão acostumados comigo. Eles sabem separar.
H.S.: Você encontrou conforto em um amigo como o Michael Jackson? Você sabe, ele tinha todos esses problemas de ser perseguido, muito famoso. Uma vez vocês foram ao Oscar juntos. Ele era alguém que você podia conversar?
M: Eu tinha muitos pontos em comum com ele, mas ele era tímido e nunca teve uma infância. Ele ainda era uma criança. Não tivemos um relacionamento assim, comigo me revelando pra ele, nós mais brincamos um com o outro.
M: Eu tinha muitos pontos em comum com ele, mas ele era tímido e nunca teve uma infância. Ele ainda era uma criança. Não tivemos um relacionamento assim, comigo me revelando pra ele, nós mais brincamos um com o outro.
H.S.: Ele achava que podia confiar em você também?
M: Eu acho que sim. Ele se sentia torturado pelas pessoas, eu acho que nunca foi feliz como ele parecia. Ele se via com os olhos dos outros e era importante que ele soubesse que eu não o via assim.
M: Eu acho que sim. Ele se sentia torturado pelas pessoas, eu acho que nunca foi feliz como ele parecia. Ele se via com os olhos dos outros e era importante que ele soubesse que eu não o via assim.
H.S.: Pensaram em gravar juntos?
M: Sim, mas não aconteceu.
M: Sim, mas não aconteceu.
H.S.: Você se incomoda quando homens bebem demais?
M: Não vejo problema em beber, mas sim em ficar chato. Homens e mulheres podem beber e ficar divertidos, mas também podem ficar chatos. Eu não costumo beber muito, mas sou muito divertida quando bebo. Fico um pouco sem controle, sem querer controlar. Mas não sou uma pessoa que usa drogas… Experimentei ecstasy nos anos 80 e foi divertido, mas fiquei tão mal depois que não me interessei mais.
M: Não vejo problema em beber, mas sim em ficar chato. Homens e mulheres podem beber e ficar divertidos, mas também podem ficar chatos. Eu não costumo beber muito, mas sou muito divertida quando bebo. Fico um pouco sem controle, sem querer controlar. Mas não sou uma pessoa que usa drogas… Experimentei ecstasy nos anos 80 e foi divertido, mas fiquei tão mal depois que não me interessei mais.
H.S.: E você não fuma maconha?
M: Há algumas horas que não. Estava trabalhando com outras pessoas na última vez, compondo.
M: Há algumas horas que não. Estava trabalhando com outras pessoas na última vez, compondo.
H.S.: Você não gosta de Like a Virgin porque ela se tornou uma imagem sua mas não foi você quem escreveu. É verdade isso?
M: Eu não gosto de ser associada como “Material Girl” e não “Like a Virgin”. Mas isso é porque as pessoas não entenderam a ironia da música… Eu gosto da música, mas eu não sou uma pessoa materialista. Tudo que faço é levado literalmente e isso me irrita. Eu adoro “Like a Virgin”.
M: Eu não gosto de ser associada como “Material Girl” e não “Like a Virgin”. Mas isso é porque as pessoas não entenderam a ironia da música… Eu gosto da música, mas eu não sou uma pessoa materialista. Tudo que faço é levado literalmente e isso me irrita. Eu adoro “Like a Virgin”.
H.S.: Mas você é uma pessoa bilionária.
M: Eu não sou. Outras pessoas cuidam do meu dinheiro e eu divido ele com os países.
M: Eu não sou. Outras pessoas cuidam do meu dinheiro e eu divido ele com os países.
H.S.: Você gosta bastante de filantropia. Muitas pessoas ricas não se empenham nisso.
M: Você não pode se apegar a algo quando você pretende doar. Eles podem ter outro jeito de se doar.
M: Você não pode se apegar a algo quando você pretende doar. Eles podem ter outro jeito de se doar.
H.S.: Você acredita em horóscopo?
M: Sim, mas não naqueles que saem no “Post”.
H.S.: Você coleciona arte. Que artistas você gosta? Qual a mais cara que você comprou?
M: Se você vai gastar tanto, você precisa gostar. O mais caro… Francis Bacon. Eu dizia para o Sean (Penn) que quando tivesse meu primeiro milhão, compraria arte. Eu comprei muita arte.
M: Se você vai gastar tanto, você precisa gostar. O mais caro… Francis Bacon. Eu dizia para o Sean (Penn) que quando tivesse meu primeiro milhão, compraria arte. Eu comprei muita arte.
H.S.: Você namorou um pintor. Mas você terminou com ele porque ele usava drogas, mesmo o amando.
M: Sim, ele usava heroína. Ele era maravilhoso e talentoso. Ele me fez devolver todas as obras que ele tinha me dado… e depois as pintou de preto.
M: Sim, ele usava heroína. Ele era maravilhoso e talentoso. Ele me fez devolver todas as obras que ele tinha me dado… e depois as pintou de preto.
H.S.: É a pior coisa do mundo sair com alguma pessoa viciada em drogas. Você se frusta: eu não sou o suficiente, eu não posso mudá-lo…
M: É difícil ver as pessoas se destruírem. Sempre pensamos que podemos consertá-los, mas eles precisam fazer isso sozinhos. Mude a si mesmo.
M: É difícil ver as pessoas se destruírem. Sempre pensamos que podemos consertá-los, mas eles precisam fazer isso sozinhos. Mude a si mesmo.
H.S.: Quando você escreve um álbum, as melhores demoram um pouco pra serem escritas? Como foi pra escrever Vogue?
M: Eu vi as pessoas dançando aquilo e eu tinha que escrever uma música pro Dick Tracy. E então eu pensei em todas aquelas celebridades, aquele glamour… Ela foi um processo de unir tudo isso.
M: Eu vi as pessoas dançando aquilo e eu tinha que escrever uma música pro Dick Tracy. E então eu pensei em todas aquelas celebridades, aquele glamour… Ela foi um processo de unir tudo isso.
H.S.: É mais satisfatório quando o sucesso é uma música que você escreveu?
M: Sim, é melhor.
M: Sim, é melhor.
H.S.: Você pensa muito sobre a morte?
M: Não.
H.S.: Acha que vai viver pra sempre?
M: Artistas vivem pra sempre.
M: Artistas vivem pra sempre.
H.S.: Você ainda não achou o grande amor da sua vida?
M: Talvez eu tenha achado, talvez eu não tenha aproveitado ou valorizado…
M: Talvez eu tenha achado, talvez eu não tenha aproveitado ou valorizado…
H.S.: Descreva o amor da sua vida.
M: Eu não vou por esse caminho.
M: Eu não vou por esse caminho.
H.S.: Mas você namorou muito.
M: Sim, nos meus 30. Quando tive minha primeira filha começou a pensar mais sobre quem eu traria pra vida dos meus filhos.
M: Sim, nos meus 30. Quando tive minha primeira filha começou a pensar mais sobre quem eu traria pra vida dos meus filhos.
H.S.: “Na Cama com Madonna” foi a realidade se transformando em história. Hoje todo mundo faz.. você ficou feliz com o resultado?
M: Sim, muito! O objetivo era entreter…
M: Sim, muito! O objetivo era entreter…
H.S.: Eu acho que uma outra obra sua que as pessoas desvalorizam é Evita.
M: Eu não acho que desvalorizam, apenas não se preocupam com a sua existência.
M: Eu não acho que desvalorizam, apenas não se preocupam com a sua existência.
H.S.: Um homem comum já te chamou pra sair?
M: Sim.
H.S.: Você está em algum site de namoros?
M: Não. E nem no Tinder.
M: Não. E nem no Tinder.
H.S.: O que você acha dessas novas garotas? Elas estão seguindo seus passos. E algumas pessoas não ligam pra você… Mas você que abriu o caminho para elas em termo de provocações, videoclipes… Até mesmo no jeito de gerir seus negócios. As pessoas não se lembram, mas você descobriu Alanis Morissette. Como foi para você?
M: Guy Oseary trouxe ela pra mim. Eu me lembro dela chegando e cantando pra mim no escritório. Ela era muito talentosa.
M: Guy Oseary trouxe ela pra mim. Eu me lembro dela chegando e cantando pra mim no escritório. Ela era muito talentosa.
H.S.: E você não recebeu muitos créditos por isso. Isso importa?
M: Não, não agora… Já faz tanto tempo.
H.S.: Você gosta de ser entrevistada?
M: Sim, se o entrevistador for inteligente.
M: Sim, se o entrevistador for inteligente.
H.S.: Você é Joana D’Arc?
M: Não, eu sou uma pessoa que se espelha na força dela. Ela foi torturada quando deveria ser louvada pelo que fez. Acusaram-na de bruxaria e a forçaram a admitir que era do mal. Mas ela não se curvou a eles, mesmo que ela morresse por isso. Ela não se importou com o que diziam… E eu gostaria de ser uma pessoa assim.
M: Não, eu sou uma pessoa que se espelha na força dela. Ela foi torturada quando deveria ser louvada pelo que fez. Acusaram-na de bruxaria e a forçaram a admitir que era do mal. Mas ela não se curvou a eles, mesmo que ela morresse por isso. Ela não se importou com o que diziam… E eu gostaria de ser uma pessoa assim.
H.S.: Você quer ser Joana D’Arc?
M: Eu não poderia me comparar a alguém tão grandioso sim, mas me identifico em algumas maneiras. Mas não quero morrer por isso. Só queria ser tão forte.
M: Eu não poderia me comparar a alguém tão grandioso sim, mas me identifico em algumas maneiras. Mas não quero morrer por isso. Só queria ser tão forte.
H.S.: Mas você já chegou a ser queimada, metaforicamente. Pessoas já te desafiaram, pediram pra você parar…
M: Mas não tentaram me matar.
M: Mas não tentaram me matar.
H.S.: Você toca instrumentos. Você toca bateria!
M: Sim, foi como eu comecei.
M: Sim, foi como eu comecei.
H.S.: Quando você compõe, as letras vêm primeiro?
M: Mais ou menos. Depende.
M: Mais ou menos. Depende.
H.S.: Você tem um diário onde escreve suas ideias?
M: Sim.
H.S.: Ele é obscuro?
M: Sim.
M: Sim.
H.S.: As pessoas, como seus filhos, podem ler?
M: Podem, mas não vão. Acho que não se preocupam com meus pensamentos obscuros.
M: Podem, mas não vão. Acho que não se preocupam com meus pensamentos obscuros.
H.S.: Você se apaixonou por alguém enquanto compunha com essa pessoa?
M: Sim. Criar com alguém é um grande afrodisíaco.
M: Sim. Criar com alguém é um grande afrodisíaco.
H.S.: Você sentia ciúmes? Como você controla a insegurança?
M: Sim, eu simplesmente não falava sobre isso. Me obrigava a lidar com isso sozinha. Às vezes deixava escapar… Mas só em situações específicas. E você precisa superar. Se a pessoa quer fazer alguma coisa, ela fará. Se quiser te deixar, ela deixará. Se ela for roubada, então deixe ir…
M: Sim, eu simplesmente não falava sobre isso. Me obrigava a lidar com isso sozinha. Às vezes deixava escapar… Mas só em situações específicas. E você precisa superar. Se a pessoa quer fazer alguma coisa, ela fará. Se quiser te deixar, ela deixará. Se ela for roubada, então deixe ir…
H.S.: Entendo o que você diz, mas ainda assim é difícil…
M: Sim, porque nós somos humanos. E quando você ama alguém, você quer que ela ame a você e somente a você.
M: Sim, porque nós somos humanos. E quando você ama alguém, você quer que ela ame a você e somente a você.
H.S.: Você fica nervosa em apresentações?
M: Sim, se tiver alguém com quem eu me importo ou admiro na plateia, sim.
H.S.: E o SuperBowl?
M: Sim. Eu estava muito nervosa! Mas é porque era um programa ao vivo com muitos efeitos fora das minhas mãos. Aquilo era algo sério, não podia dar errado com o mundo todo olhando.
M: Sim. Eu estava muito nervosa! Mas é porque era um programa ao vivo com muitos efeitos fora das minhas mãos. Aquilo era algo sério, não podia dar errado com o mundo todo olhando.
H.S.: E você sabe que o mundo te julga depois daquilo.
M: Sim. Mas eu estava preocupada com a minha performance. E eu sei que fiz tudo certo.
M: Sim. Mas eu estava preocupada com a minha performance. E eu sei que fiz tudo certo.
H.S.: Você sentiu falta da América quando morava em Londres?
M: Foi divertido morar em outro lugar e eu estava sempre em Nova York.
M: Foi divertido morar em outro lugar e eu estava sempre em Nova York.
H.S.: Você tem pesadelos que está no palco e tudo dá errado?
M: Aconteceu e não foi sonho. No BRIT Awards, quando eu caí por causa da capa. Eu tinha tudo ensaiado… Nunca faço nada ao vivo sem ensaio. Eu tinha uma longa capa da Armani e andava em uma passarela até o palco. A minha entrada era no meio da plateia e seria tirada na parte debaixo das escadas. E eu teria as duas japonesas que tirariam a capa… Ensaiamos mil vezes! A capa era presa por ímãs, mas a parte de cima tinha que ser amarrada para não cair… Estava tudo certo. Mas lá em cima, o laço virou nó e não saiu. E o problema é que eu não pude sair do meio da plateia na última hora e quando eu cheguei lá em cima, eu já sabia que elas iam puxar e a capa não estava desamarrada… Eu bati a cabeça no chão e ninguém no palco me viu cair, pois eles estavam olhando pra outros lados. Eu só pensava na dor e em tirar aquela capa de mim, quase me estrangulou. Meu primeiro pensamento era que eu queria começar de novo, mas eu sabia que não podia. Então tive que seguir em frente… e cada verso da música era insano como descrevia a situação.
M: Aconteceu e não foi sonho. No BRIT Awards, quando eu caí por causa da capa. Eu tinha tudo ensaiado… Nunca faço nada ao vivo sem ensaio. Eu tinha uma longa capa da Armani e andava em uma passarela até o palco. A minha entrada era no meio da plateia e seria tirada na parte debaixo das escadas. E eu teria as duas japonesas que tirariam a capa… Ensaiamos mil vezes! A capa era presa por ímãs, mas a parte de cima tinha que ser amarrada para não cair… Estava tudo certo. Mas lá em cima, o laço virou nó e não saiu. E o problema é que eu não pude sair do meio da plateia na última hora e quando eu cheguei lá em cima, eu já sabia que elas iam puxar e a capa não estava desamarrada… Eu bati a cabeça no chão e ninguém no palco me viu cair, pois eles estavam olhando pra outros lados. Eu só pensava na dor e em tirar aquela capa de mim, quase me estrangulou. Meu primeiro pensamento era que eu queria começar de novo, mas eu sabia que não podia. Então tive que seguir em frente… e cada verso da música era insano como descrevia a situação.
H.S.: E isso remete a muito da sua vida.
M: Isso é algo que meu professor de dança me ensinou. Se você fez um erro, não deixe perceberem… Faça acreditarem que está tudo bem.
M: Isso é algo que meu professor de dança me ensinou. Se você fez um erro, não deixe perceberem… Faça acreditarem que está tudo bem.
H.S.: Depois disso, você ficou brava com alguém?
M: Apenas comigo mesma. Eu me cobro demais e tenho orgulho em fazer tudo certo, então fiquei me culpando. Então tive que aguentar piadas sobre isso e seguir em frente.
M: Apenas comigo mesma. Eu me cobro demais e tenho orgulho em fazer tudo certo, então fiquei me culpando. Então tive que aguentar piadas sobre isso e seguir em frente.
H.S.: Mas aquilo que não era engraçado. Eu assisti, mas aquilo só me deixou assustado.
M: Anjos me protegeram. Eu poderia ter me machucado muito.
M: Anjos me protegeram. Eu poderia ter me machucado muito.
H.S.: Você acredita em anjos? É religiosa?
M: Acredito. E sou uma pessoa espiritualista e acredito em reencarnação. Nossas almas são energia que continuam quando desencarnamos.
M: Acredito. E sou uma pessoa espiritualista e acredito em reencarnação. Nossas almas são energia que continuam quando desencarnamos.
H.S.: Seu novo álbum chama Rebel Heart e está disponível, assim como os ingressos para a sua nova turnê. Você estará por todo o planeta de novo?
M: Sim, irei.
M: Sim, irei.
http://www.estilomadonna.com.br/madonna-abre-o-coracao-rebelde-para-howard-stern/
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Assuntos Rebel Heart, tour
quinta-feira, 12 de março de 2015
Madonna “Rebel Heart” interview by Larry Flick on SiriusXM Read more:
“Originalmente eu tinha planos de fazer um disco duplo, para mostrar os dois lados de mim que são os mais prevalentes. Eu queria que tivesse dois lados diferentes, mas minha gravadora não achou que seria uma boa idéia. Então, eles optaram por lançar tudo meio que misturando os dois lados.”
MALDITA GRAVADORA
http://www.madonnarama.com/posts-en/2015/03/12/madonna-rebel-heart-interview-by-larry-flick-on-siriusxm/#ixzz3UCG5RBML
https://soundcloud.com/madonnarama/madonna-on-the-jolt-with-larry-flick-12-march-2015
PARABÉNS FÃS! UNIVERSAL MUSIC DIVULGA QUE REBEL HEART JÁ É DISCO DE OURO NO BRASIL
A gravadora Universal divulga que em menos de 24h de lançamento, o álbum Rebel Heart da Madonna é Disco de Ouro no Brasil.
Não foi divulgado o quanto isso equivale em cópias já que a cada ano as certificações tem os números modificados. Segundo a ABPD, um álbum atualmente é Disco de Ouro em vendas Digitais um por vender 50mil cópias. Em CDs físicos, atinge-se Disco de Ouro ao vender 20mil cópias.
Por Rafael Augustto |
MAIS! MADONNA FALA EM ENTREVISTA SOBRE GRINDR, VAZAMENTOS, FILHOS E MUITO MAIS!
Entrevista feita ao site New Now Next e traduzida por nosso amigo Raphael Pechir.
A entrevista “sem remorsos” com Madonna: A Rainha do Pop fala sobre Grindr, vazamentos de músicas, seus filhos, e muito mais!
por Dan Avery
por Dan Avery
Uma pessoa se prepara para uma entrevista com Madonna com a mesma reverência e temor com que se prepararia para uma audiência com o Papa. A diferença é que o Papa não tem divertido, escandalizado e inspirado seus fãs por mais de 30 anos.
Mas, com a subida do álbum “Rebel Heart” nas paradas, a Matriarca do Pop concedeu uma entrevista intimista para os representantes da imprensa especializada gay, incluindo este que vos fala.
Pessoalmente, Madonna é bem menor que o esperado, mas não menos suntuosa e mágica. Mesmo depois de quase nove horas de um longo dia de entrevistas à imprensa, ela ainda é uma visão glamourosa, com apenas um fio de cabelo fora do lugar. Ela faz questão de perguntar a todos seus nomes e nos olha diretamente nos olhos quando falamos com ela.
A princípio, todos nós evitamos discutir os vazamentos das inúmeras faixas e demos de Rebel Heart que apareceram on-line ao longo dos últimos meses, o que forçou Madge a adiantar a data de lançamento do álbum e reconsiderar outros aspectos da produção. Mas, quando ficou claro que ela ainda tinha muito a dizer sobre o assunto, não perdemos a oportunidade.
Quase não houve assunto proibido: a Rainha do Pop estava feliz em poder falar sobre seus filhos, suas frustrações com Avicii e Diplo, sua infame referência “redutora” sobre Gaga, e o que ela pensa que está faltando à comunidade gay hoje em dia.
Só não peça para Madonna adiantar detalhes sobre sua próxima turnê. “Por que eu faria isso? Eu quero que seja uma surpresa para vocês.”, disse.
Os vazamentos de Rebel Heart mudaram alguma coisa no álbum final que foi lançado?
Mudaram tudo. Pra começar, os vazamentos me deixaram insana e extremamente ansiosa. Eu comecei a questionar tudo que tinha criado, porque, de repente, eu pensei “Oh, Deus, todo mundo já ouviu todas essas demos.” Eu realmente gostei de algumas demos, mas pensei: “Bem, eles ouviram a versão demo, então agora vão esperar algo diferente”. Em seguida, eles ouviram a próxima fase das versões, o que me fez continuar pensando: “Devo mudar isso, ou devo deixar como era?” Eu estava questionando tudo, ao invés de simplesmente escolher as versões finais apenas para mim e lançá-las como eu faria normalmente, como uma artista… A maneira como as músicas vazaram e a forma como o material começou a surgir de todos os lados e de formas diferentes me deixou louca. Em seguida, os vazamentos começaram a me fazer pensar que eu nem sabia mais qual versão eu deveria lançar oficialmente. Algumas pessoas diziam “Ooh, eu amo essa música!”, E eu dizia “Não, não a ame, porque essa não é a versão final”. Foi uma loucura! De agora em diante eu vou ficar fora da Web, tudo será entregue em mãos!
Mudaram tudo. Pra começar, os vazamentos me deixaram insana e extremamente ansiosa. Eu comecei a questionar tudo que tinha criado, porque, de repente, eu pensei “Oh, Deus, todo mundo já ouviu todas essas demos.” Eu realmente gostei de algumas demos, mas pensei: “Bem, eles ouviram a versão demo, então agora vão esperar algo diferente”. Em seguida, eles ouviram a próxima fase das versões, o que me fez continuar pensando: “Devo mudar isso, ou devo deixar como era?” Eu estava questionando tudo, ao invés de simplesmente escolher as versões finais apenas para mim e lançá-las como eu faria normalmente, como uma artista… A maneira como as músicas vazaram e a forma como o material começou a surgir de todos os lados e de formas diferentes me deixou louca. Em seguida, os vazamentos começaram a me fazer pensar que eu nem sabia mais qual versão eu deveria lançar oficialmente. Algumas pessoas diziam “Ooh, eu amo essa música!”, E eu dizia “Não, não a ame, porque essa não é a versão final”. Foi uma loucura! De agora em diante eu vou ficar fora da Web, tudo será entregue em mãos!
Canções como Veni, Vidi Vici têm uma temática auto-reflexiva, com referências a sucessos anteriores. Você estava se sentindo nostálgica enquanto criava Rebel Heart?
Eu não me preparei para escrever certos tipos de músicas, eu simplesmente quis escrever boas canções. Esse era o estado de espírito em que estava, e isso era o que eu estava canalizando. Em alguns momentos eu estava nostálgica e olhando para o passado. Em alguns momentos, eu estava em um estado de espírito para escrever canções como se estivesse escrevendo no meu diário, pronta para revelar certas partes de mim que eu me sentia preparada para revelar. “
Eu não me preparei para escrever certos tipos de músicas, eu simplesmente quis escrever boas canções. Esse era o estado de espírito em que estava, e isso era o que eu estava canalizando. Em alguns momentos eu estava nostálgica e olhando para o passado. Em alguns momentos, eu estava em um estado de espírito para escrever canções como se estivesse escrevendo no meu diário, pronta para revelar certas partes de mim que eu me sentia preparada para revelar. “
Body Shop é uma das minhas músicas favoritas do álbum. A música é muito “folksly”, folclórica, mas a letra é bastante…
Sexualmente provocante.
Sexualmente provocante.
Bem, sim. Foi essa a sua intenção de contrastar os instrumentais com as letras?
Foi intencional? Não…apenas aconteceu. Eu estava trabalhando com Toby Gad, que passou muito tempo na Índia. Há o sitar [um tipo de instrumento musical indiano] e a canção tem um sabor muito indiano. Eu gostei da idéia de usar o carro como uma espécie de metáfora sexual – O que você faz com um carro, o que você faz dentro de um carro – carro. Assim, surgiram as insinuações, e muita diversão. E todos nós amamos um mecânico bonito, certo? ;-)
Foi intencional? Não…apenas aconteceu. Eu estava trabalhando com Toby Gad, que passou muito tempo na Índia. Há o sitar [um tipo de instrumento musical indiano] e a canção tem um sabor muito indiano. Eu gostei da idéia de usar o carro como uma espécie de metáfora sexual – O que você faz com um carro, o que você faz dentro de um carro – carro. Assim, surgiram as insinuações, e muita diversão. E todos nós amamos um mecânico bonito, certo? ;-)
De todos estes colaboradores que trabalharam com você neste álbum, quem foi a maior surpresa?
Eu escrevi muitas canções boas com a equipe de Avicii, o que eu não esperava. Acabei escrevendo um monte de músicas pessoais, cheias de “alma” com esse grupo – que eu chamo de meu time Viking – todos muito inteligentes, pessoas maravilhosas, com alma. E eles me deixaram muito confortável. Eu acho que me senti segura o suficiente para escrever esse tipo de música, o que me surpreendeu. E Diplo foi muito particular. Ele me incentivou e me tirou da minha zona de conforto, e isso me ajudou bastante.
Eu escrevi muitas canções boas com a equipe de Avicii, o que eu não esperava. Acabei escrevendo um monte de músicas pessoais, cheias de “alma” com esse grupo – que eu chamo de meu time Viking – todos muito inteligentes, pessoas maravilhosas, com alma. E eles me deixaram muito confortável. Eu acho que me senti segura o suficiente para escrever esse tipo de música, o que me surpreendeu. E Diplo foi muito particular. Ele me incentivou e me tirou da minha zona de conforto, e isso me ajudou bastante.
O que inspirou o vídeo “Living for Love”?
Essa música é tão cheia de paixão, eu tinha que apresentá-la de uma forma apaixonada. Eu usei a mitologia para contar essa história, com a lenda do Minotauro e do matador, o toureiro, e luta pelo o amor, a cor vermelha, as flores e os chifres, a morte e os homens nus. Você sabe, as coisas importantes da vida. Eu não quero fazer todos os clipes iguais, mas eu amo a riqueza desse vídeo. Para mim, parecia uma pintura que veio à vida. Isso é o que eu estava tentando fazer. Eu não gostaria de fazer isso em todo clipe. Quando eu fizer “Bitch, I’m Madonna”, vai ser com uma estética totalmente diferente.
Essa música é tão cheia de paixão, eu tinha que apresentá-la de uma forma apaixonada. Eu usei a mitologia para contar essa história, com a lenda do Minotauro e do matador, o toureiro, e luta pelo o amor, a cor vermelha, as flores e os chifres, a morte e os homens nus. Você sabe, as coisas importantes da vida. Eu não quero fazer todos os clipes iguais, mas eu amo a riqueza desse vídeo. Para mim, parecia uma pintura que veio à vida. Isso é o que eu estava tentando fazer. Eu não gostaria de fazer isso em todo clipe. Quando eu fizer “Bitch, I’m Madonna”, vai ser com uma estética totalmente diferente.
Você vai participar de um bate-papo no Grindr. Qual é a sua perspectiva sobre essa nova cultura de conexão social que os aplicativos de paquera como Grindr e Tinder criaram?
É parte do mundo moderno em que vivemos. Eu acho que existem tantos idiotas se conhecendo da maneira tradicional quanto os que estão se conhecendo por meio dessa nova cultura de conexão.
É parte do mundo moderno em que vivemos. Eu acho que existem tantos idiotas se conhecendo da maneira tradicional quanto os que estão se conhecendo por meio dessa nova cultura de conexão.
Você percebeu mudanças na comunidade gay e em seus fãs gays desde o início de sua carreira até agora?
Quando eu surgi no mundo artístico, toda aquela epidemia da Aids estava começando, e a comunidade gay com a qual convivi desde o início da minha carreira estava principalmente – e esmagadoramente – preocupada em sobreviver. E percebi o quanto a vida e o tempo são preciosos. A comunidade gay e as pessoas que eram HIV-positivas foram tratados de maneira tão cruel, e eu ficava muito perturbada com isso. Mas eu também vi muito amor e companheirismo na comunidade gay naquele momento. Como todos os progressos experimentados por todas as comunidades e grupos marginalizados, acho que depois que o tempo passa e você adquire certos direitos e rompe certas barreiras, você pode, por vezes, achar que aqueles direitos são garantidos e certos. Isso pode, como consequência, levar a uma certa falta de companheirismo, de espírito de comunidade, o que eu de certa via naquela época.
Quando eu surgi no mundo artístico, toda aquela epidemia da Aids estava começando, e a comunidade gay com a qual convivi desde o início da minha carreira estava principalmente – e esmagadoramente – preocupada em sobreviver. E percebi o quanto a vida e o tempo são preciosos. A comunidade gay e as pessoas que eram HIV-positivas foram tratados de maneira tão cruel, e eu ficava muito perturbada com isso. Mas eu também vi muito amor e companheirismo na comunidade gay naquele momento. Como todos os progressos experimentados por todas as comunidades e grupos marginalizados, acho que depois que o tempo passa e você adquire certos direitos e rompe certas barreiras, você pode, por vezes, achar que aqueles direitos são garantidos e certos. Isso pode, como consequência, levar a uma certa falta de companheirismo, de espírito de comunidade, o que eu de certa via naquela época.
O que ainda assusta você?
A Ignorância.
A Ignorância.
O que você está lendo agora?
Eu estou tentando terminar dois livros diferentes. Um deles é “Goldfinch”, o Pintassilgo, e o outro é uma biografia de Bob Fosse.
Eu estou tentando terminar dois livros diferentes. Um deles é “Goldfinch”, o Pintassilgo, e o outro é uma biografia de Bob Fosse.
Seus filhos tem uma canção favorita do seu repertório?
Eles amam “Bitch, I’m Madonna”, os meus filhos adolescentes. Meu filho caçula, David – ele toca violão – gosta de “Devil Pray”.
Eles amam “Bitch, I’m Madonna”, os meus filhos adolescentes. Meu filho caçula, David – ele toca violão – gosta de “Devil Pray”.
O que você mais ama sobre a música pop?
Eu amo o quanto ela é acessível.
Eu amo o quanto ela é acessível.
O que você mais despreza sobre a música pop?
Despreza? Essa é uma palavra tão forte. Eu não gosto do tanto que o Pop ficou homogeneizado, tudo muito parecido. O Pop costumava ser muito mais diversificado. Talvez seja apenas porque tudo que tem tocado no rádio soa muito do mesmo. Mas eu não posso dizer que “desprezo”, isso é muito forte. Em casa, não usamos palavras como “desprezo” e “odeio”, dizemos “eu realmente não gosto”.
Despreza? Essa é uma palavra tão forte. Eu não gosto do tanto que o Pop ficou homogeneizado, tudo muito parecido. O Pop costumava ser muito mais diversificado. Talvez seja apenas porque tudo que tem tocado no rádio soa muito do mesmo. Mas eu não posso dizer que “desprezo”, isso é muito forte. Em casa, não usamos palavras como “desprezo” e “odeio”, dizemos “eu realmente não gosto”.
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