
Shankman: Qual a relação entre os episódios mais emocionais e você querer fazer algo simplesmente mais leve?
Murphy: Nós executamos um padrão onde fazemos um que é só uma espécie de episódio regular – comédia e drama, 50/50 é como lhes chamamos – e depois fazemos um espectacular, que é o da Britney ou da Madonna. E exatamente depois disso fazemos um que destrói os corações.
Shankman: Como reagiu Madonna ao episódio?
Murphy: Eu estava muito nervoso com a reacção dela. Por isso enviei-lhe o guião. A melhor coisa foi que ela nunca me deu quaisquer notas. Ela foi do Género, “Eu não quero ler o guião. Faz o que entenderes.” Ela deu-me carta branca. Eu pensei que isso era estranho porque já tinha trabalhado com ela anteriormente e ela é muito controladora. Depois quando lhe enviei o episódio, ela assistiu com a filha e disse que tinha gostado muito. Vamos fazer outro da Madonna. Vamos agora fazer um da Britney e depois virá um gigantesco depois da Super Bowl.
Shankman: Eu ri tanto quando aquele número dos pernilongos apareceu no episódio da Madonna. Eu pensei no Zach Woodlee (coreógrafo de Glee), que foi um dos meus assistentes durante anos. Eu continuo enviando muitas mensagens “Ainda não se te acabaram as ideias?”
Murphy: Essa coisa dos pernilongos foi ideia dele. Essa é a melhor parte do meu trabalho: Eu encorajo as pessoas a darem em doidas. E eu amei que a Sue Sylvester tivesse cheerleaders em pernilongos.
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